Conheça algumas técnicas que amenizam o desconforto do uso de equipamentos de proteção, como coletes, e entenda a importância dos exercícios

O colete balístico reconhecido como EPI – Equipamento de Proteção Individual, conforme Portaria nº 194 de 07 de dezembro de 2010, (NR 6, Anexo I, item E.2), foi uma grande conquista da classe de trabalhadores da segurança patrimonial e um grande avanço na Segurança do Trabalho no Brasil. No entanto o trabalho em pé por longo tempo, sem que o vigilante obedeça aos períodos de descanso previstos na NR 17, associado ao peso do colete e do próprio corpo pode gerar certo desconforto e lesões.

O colete balístico exige uma força maior da musculatura dos ombros em função do seu peso. Ele gera uma força que pode gerar cansaço, dores musculares e até mesmo desvios posturais. O ajuste do colete ao corpo também é importante, não devendo estar nem muito frouxo, nem muito apertado, para não causar incômodo ao usuário, nem dificultar a respiração.  

Por isso, para uma boa qualidade de vida, é importante a prática diária de exercícios físicos e atividades relaxantes para aliviar as tensões. Mesmo para quem não apresenta nenhum tipo de desconforto ou dor pelo uso do colete, os exercícios são de grande importância, pois podem ser preventivos ao fortalecerem a musculatura da região e melhorar a postura.

Desta vez apresentamos aqui alguns exercícios indicados pelos ortopedistas Dr. Lessandro Gesser Luciano e Dr. Sérgio Correa Pinto Jr., da Clínica do Ombro de Florianópolis/SC, para o relaxamento cervical e da musculatura da cintura escapular.